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A História



 Um sonho que se tornou realidade 
 

Esta é a frase que define o sentimento de todos que fazem parte da história da Pequena Central Hidrelétrica Capivari, que teve suas obras retomadas em 2012, após anos de paralisação, e desde março, de 2017, está em pleno funcionamento, gerando energia.
 
A história da Pequena Central Hidrelétrica Capivari começou a ser escrita há mais de 20 anos, pelas mãos do então presidente da Cerbranorte, Luiz Kuerten, o Tilico. Foi ele quem comprou o terreno onde está construída a PCH. 
Nos anos 90, o terreno em São Martinho foi descoberto, e de imediato percebeu-se o potencial para a construção da uma usina hidrelétrica. Depois de algumas pesquisas e da constatação de que o projeto poderia ser executado, houve uma convocação, para uma reunião com os associados, a fim de pedir permissão para investir na ideia. Aprovaram quase que por unanimidade. Depois disso, foram dois anos na preparação do projeto. Com o projeto pronto, o próximo desafio era a concessão.
O projeto inicial era de 18MW, porém na época, para projetos acima de 12 MW exigia-se licitação e havia o risco de a Cerbranorte não conseguir. Depois do projeto adaptado, foram alguns meses de espera até recebermos a notícia da autorização. 
 
Pela história da PCH também passou Evanísio Uliano. As obras foram iniciadas em sua gestão, com o apoio de Edésio Oenning e Valdir Willemann. Depois de anos paralisada por falta de dinheiro, as obras foram retomadas em 2012, já com Antônio José da Silva, o Toninho, na administração e uma parceria com a Urbano Agroindustrial foi firmada.



 A parceria com a Urbano Agroindustrial 
 

As obras da PCH Capivari ficaram paralisadas durante anos por falta de recursos. Diante disso, em 2011, a nova diretoria, encabeçada por Toninho e Nelo, tratou de estudar possibilidades para que a obra fosse concluída. “No primeiro momento analisamos o melhor negócio para o associado. Se fossemos buscar os valores necessários por meio de empréstimo para a conclusão da obra, comprometeríamos 20 anos de geração, e os associados seriam os avalistas da Cerbranorte. Para não comprometer os associados, que nem tinham conhecimento do tamanho da responsabilidade, fomos buscar parceiros e, com o apoio de lideranças, optamos por uma parceria com a Urbano, uma empresa séria e que sempre honrou seus compromissos com a cooperativa”, lembra Toninho.
 




 A Obra: 
 

A PCH Capivari tem 18 Megawatts de potência, com média de produção de energia firme de 9,05 Megawatts. A barragem da usina é uma barragem de enrocamento com núcleo em argila. Ela tem 32 metros de altura. Sua base tem 100 metros de largura e 100 de comprimento, já seu topo tem 8 metros de largura e 200 de comprimento.  Foram utilizados, aproximadamente, 220 mil metros cúbicos de entulho, entre rocha e argila para a construção da barragem. Algo em torno de 18.334 caminhões de material. O início do alagamento da barragem ocorreu no dia 20 de julho de 2016.






 Segurança garantida 

De acordo com o engenheiro responsável, não há motivos para se preocupar quanto a segurança da obra. “Pessoal de São Martinho pode ficar tranquilo porque foi muito bem feita. Podem colocar a cabeça no travesseiro e dormir tranquilos”, garante.

Cabe destacar ainda que existe um plano emergencial em caso de catástrofe. A apresentação deste plano, inclusive, é exigida pela Lei 12.334/2010 e pela Resolução Normativa 696/2015 antes da finalização da obra. O documento tem, aproximadamente, 500 páginas e os termos são bastante técnicos, conforme as exigências, mas, caso alguém tenha interesse em obter mais informações, basta entrar em contato com a Cerbranorte através do nosso telefone: (48) 3658 2499.

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