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História
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A realização de um sonho

A história da Pequena Central Hidrelétrica Capivari começou a ser escrita há mais de 20 anos, pelas mãos do então presidente da Cerbranorte, Luiz Kuerten, o Tilico. Foi ele quem comprou o terreno onde, hoje, está sendo construída a PCH. Foi ele também que fez todo o projeto para execução da obra. “Nos anos 90, andando para os lados de São Martinho, descobri o terreno e achei muito interessante. Conversei com um amigo engenheiro e discutimos a possibilidade de construir uma usina. Depois disso, convoquei uma reunião com os associados, a fim de pedir permissão para usar dinheiro da cooperativa para iniciar o projeto. Aprovaram quase que por unanimidade. Foram dois anos na preparação do projeto. Com o projeto pronto, fui a Brasília para pedir a concessão. O projeto inicial era de 18MW, mas me informaram que acima de 12 MW eu precisaria de licitação e corria o risco de não conseguir. Modificamos então o projeto. Depois de alguns meses de espera recebemos a notícia da autorização. Voltamos então a Brasília para assinar o contrato”, conta Tilico.

Pela história da PCH também passou Evanísio Uliano. As obras foram iniciadas em sua gestão, depois da aprovação de um financiamento de R$ 28 milhões, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo SUL (BRDE). Ainda em sua gestão, o túnel de adução, de 1291 metros, foi perfurado, e também foram indenizados grande parte dos terrenos.

Depois de anos paralisada por falta de dinheiro, as obras foram retomadas em 2012, já com Antônio José da Silva, o Toninho, na administração. Uma parceria com a Urbano Agroindustrial foi firmada. Depois de concluída, a empresa investidora ficará com 50% da hidrelétrica.
 
Atualmente, conforme o engenheiro responsável, Fabio Dyck, cerca de 60 pessoas trabalham na obra, que está 95% concluída. A maior concentração de trabalho hoje está na construção da barragem.  

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