Facebook
99986 2499
0800 643 2499
SMS 27800

História



Um sonho que se tornou realidade. Esta é a frase que define o sentimento de todos que fazem parte da história da Pequena Central Hidrelétrica Capivari, que teve suas obras retomadas em 2012, após anos de paralisação, e desde março, de 2017, está em pleno funcionamento, gerando energia.
 
A história da Pequena Central Hidrelétrica Capivari começou a ser escrita há mais de 20 anos, pelas mãos do então presidente da Cerbranorte, Luiz Kuerten, o Tilico. Foi ele quem comprou o terreno onde está construída a PCH.
Nos anos 90, o terreno em São Martinho foi descoberto, e de imediato percebeu-se o potencial para a construção da uma usina hidrelétrica. Depois de algumas pesquisas e da constatação de que o projeto poderia ser executado, houve uma convocação, para uma reunião com os associados, a fim de pedir permissão para investir na ideia. Aprovaram quase que por unanimidade. Depois disso, foram dois anos na preparação do projeto. Com o projeto pronto, o próximo desafio era a concessão.
O projeto inicial era de 18MW, porém na época, para projetos acima de 12 MW exigia-se licitação e havia o risco de a Cerbranorte não conseguir. Depois do projeto adaptado, foram alguns meses de espera até recebermos a notícia da autorização. 
 
Pela história da PCH também passou Evanísio Uliano. As obras foram iniciadas em sua gestão, com o apoio de Edésio Oenning e Valdir Willemann. Depois de anos paralisada por falta de dinheiro, as obras foram retomadas em 2012, já com Antônio José da Silva, o Toninho, na administração e uma parceria com a Urbano Agroindustrial foi firmada.
 
A parceria com a Urbano Agroindustrial
 
As obras da PCH Capivari ficaram paralisadas durante anos por falta de recursos. Diante disso, em 2011, a nova diretoria, encabeçada por Toninho e Nelo, tratou de estudar possibilidades para que a obra fosse concluída. “No primeiro momento analisamos o melhor negócio para o associado. Se fossemos buscar os valores necessários por meio de empréstimo para a conclusão da obra, comprometeríamos 20 anos de geração, e os associados seriam os avalistas da Cerbranorte. Para não comprometer os associados, que nem tinham conhecimento do tamanho da responsabilidade, fomos buscar parceiros e, com o apoio de lideranças, optamos por uma parceria com a Urbano, uma empresa séria e que sempre honrou seus compromissos com a cooperativa”, lembra Toninho.

Galeria de Fotos